sábado, 11 de setembro de 2010

MAKAS CASA BLANCA E UNITEL-STEP MODELS

A POLEMICA DA VINDA DE R.KELLY 
"o riquinho desta vez se meteu com peixe grande"


O cantor norte-americano Robert Kelly vem a Luanda para dois shows que acontecem dias 27 e 28 deste mês. O primeiro, a ser promovido pela Casa Blanca, terá como palco o Cine Atlântico e visa saudar o aniversário do Presidente da República. O segundo será realizado pela empresa de telefonia móvel Unitel e ocorre no Estádio dos Coqueiros, com o objectivo de apoiar a selecção nacional de basquetebol que participa no mundial da Turquia.

O empresário Henriques Miguel “Riquinho”, da Casa Blanca, fez questão de esclarecer que não existe qualquer confusão no que diz respeito à contratação deste astro do soul music, tal como pretendem fomentar alguns órgãos de informação. Em declarações ao jornal O PAÍS, “Riquinho” explica que a vinda de R. Kelly a Angola é da responsabilidade da Unitel que se juntou a Step Models para a produzir um mega espectáculo nos Coqueiros.

“Nós, Casa Blanca, não temos neste momento capacidade financeira para trazer o R. Kelly ao nosso país para um show”, disse, referindo que conseguiu apenas negociar com os empresários do músico norte-americano para que este, na sua estadia em Luanda, venha a realizar um show em nome da sua empresa, há mais de vinte anos ligada à promoção de espectáculos.

“Estamos felizes pelo facto de os empresários de R. Kelly terem entendido isso e aceite a nossa proposta”, disse.

Por outro lado, o empresário realçou que o show da Casa Blanca em nenhum momento pretende concorrer com o que está a ser promovido pela Unitel e a Step, parabenizando estas duas empresas pela iniciativa de trazer, pela primeira vez ao país, R. Kelly, uma estrela há muito esperada pelos fãs da música contemporânea em Angola. “Os dois shows são de extrema importância, mas não concorrem entre si. O show promovido por nós será uma gala social e vai acontecer num lugar mais restrito, para mais ou menos duas mil pessoas. O show da Unitel/Step será mais abrangente; será um show das multidões, nos Coqueiros, para cerca de 20 mil pessoas”.

Riquinho informou que os bilhetes para a referida gala social no Atlântico começam a ser vendidos a partir de segunda-feira próxima através de um banco cujo nome não revelou. Os preços variam entre os 250 (plateia geral) e os 1.200 dólares (tribuna). A acontecer, o show do dia 27, promovido pela Casa Blanca terá a participação dos músicos nacionais Yola Semedo, Anselmo Ralph e Kelly Silva.


KARINA NÃO MEDE O "PALMO PRA CARA" DO RIQUINHO

Contactada pela nossa reportagem, Karina Barbosa que responde pela produção do espectáculo que acontece dia 28 nos Coqueiros sob a égide da Unitel/Step afirmou que não existe qualquer tipo de concertação entre a organização que representa e a Casa Blanca de Henriques Miguel Riquinho que visa a realização dum segundo show de R. Kelly em Luanda.

Segundo disse, a vinda do cantor norte-americano é da inteira responsabilidade da Unitel, realçando que o cantor assinou um contrato de exclusividade com a produtora Step, o que implica que o mesmo deverá fazer apenas um show, e em nome da mesma. “Não vai haver qualquer espectáculo do R. Kelly em nome da Casa Blanca. Se existe algum contrato entre aquela empresa e os empresários do cantor, certamente que é falso. E o senhor Riquinho sabe disso, porque ele contactou-nos para este fim, mas nós não aceitamos”, disse a ex - modelo. Karina Barbosa informou, por outro lado, que os bilhetes para o show do dia 28, denominado “Força Angola”, começam a ser vendidos próxima segunda-feira, aos preços cinco mil kwanzas para quem vai ficar na relva e seis mil para quem pretender ficar nas bancadas.

O espectáculo que deverá ter início às 19 horas vai contar com as participações especiais dos angolanos Big Nelo, Pérola e do grupo de hip-hop Army Squad.

Episódio de 2005 se repete? Veremos!

A primeira vez que se ouviu falar de um desentendimento entre a Casa Blanca e a Unitel/Step aconteceu aquando da vinda ao país da cantora norte-americana Missy Elliott à capital do país, em Dezembro de 2005.
Na altura, a promotora de espectáculos de Riquinho publicitava a realização de um show da autora de grandes sucessos do hip-hop feminino. Entretanto, a Missy Elliott acabou vindo a Angola sob o selo da Unitel e da Step Models, tendo realizado um espectáculo no Cine Karl Marx. Riquinho falou em tentativa de burlas e traição contra a Casa Blanca, acusando o músico Paul G, ex-integrante dos SSP, e a ex-modelo Karina Barbosa de conspirarem contra a sua empresa. O empresário chegou mesmo a falar em dar por terminada a actividade da sua empresa.

“Decidimos encerrar a empresa porque essa história da Missy Elliott fez-nos conhecer a fundo certas questões e pessoas que também se querem envolver no mercado dos espectáculos, com o único objectivo de destruir a Casa blanca”, disse, em entrevista ao Jornal de Angola (15 de Dezembro de 2005).
Na mesma ocasião, Karina Barbosa, também em entrevista ao J.A., afirmou que o empresário Riquinho é que negara trabalhar com eles na produção do referido show.
Desta vez ainda não existem trocas de acusações, apesar de termos ouvido já a ex-modelo a falar num provável falso contrato entre a Casa Blanca e os empresários de R. Kelly. O certo é que até agora o público continua a ver e a ouvir publicidades de dois shows deste cantor americano, uma promovida pela Unitel/Step, outra pela Casa blanca.

SAIBAM MAIS SOBRE R. KELLY

Chama-se Robert Sylvester Kelly.
Nasceu em Chicago, em 1967. A grande oportunidade surgiu em 1990, quando cantou num churrasco de amigos. Entre os convidados estava Wayne Williams, um representante da gravadora Jive Records que gostou da apresentação e convidou Kelly para encetar uma carreira profissional.
O cantor foi apresentado a outros três jovens que fariam parte de um novo grupo, chamado “Public Announcement”. O álbum de estreia do quarteto chegou às lojas em 1992 sobre o título “Born Into the ‘90s”. O destaque de R. Kelly entre os demais integrantes do grupo fez com que ele fosse lançado para uma carreira a solo um ano depois, com o álbum “12 Play”.
Em 1995, o cantor lançou o segundo álbum solo, que levava o próprio nome, “R. Kelly”. Mas o maior sucesso da carreira veio com o terceiro lançamento, “R”. (1998), um ambicioso álbum duplo composto por 28 canções escritas e produzidas por ele.
O disco vendeu oito milhões de cópias somente nos Estados Unidos.
Kelly ganhou o primeiro Grammy da carreira por “I Believe I Can Fly” (“Canção R&B do Ano”) em 1998.
Em 2000, R. Kelly ainda lançou um quarto álbum de sucesso, “TP-2.
Com”. A canção “Fiesta”, com participação do rapper Jay-Z, figura como a canção mais conhecida do disco.

OS Enganos ou Verdades sobre o Rei Kelly

Em 2002, a carreira de R. Kelly sofreu um grande abalo quando o jornal americano Chicago Sun Times divulgou fotos capturadas de um vídeo que mostraria o cantor mantendo relações sexuais com uma menina de 14 anos de idade. A menina, ainda segundo o denunciante, era filha de um dos assessores do cantor.
A família da jovem negou qualquer envolvimento dela com R. Kelly e não abriu processo judicial contra o astro.
Ainda assim, a promotoria de Chicago indiciou o cantor por 21 crimes relacionados com a pedofilia, como abuso sexual de crianças e posse de pornografia infantil.
Depois do escândalo, o cantor ainda lançou os álbuns “Chocolate Factory” (2003, “Happy People / U Saved Me” (2004) e “TP3: Reloaded” (2005). Em 2008, R. kelly foi absolvido de todas as acusações.

fonte:o pais.co.ao

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

A OBJECTIVIDADE JORNALISTICA "EXISTE?"

A Objectividade para os Sociologos envoca filosofia noção de ciência e ideia, para o Médico e Advogado a Objectividade é a actividade adequada para com o cliente.
Mas para o Jornalista o termo Objectividade funciona como baluarte entre eles e os criticos, para o comunicologo social (Jornalista), a objectividade é um ritual extrategico invocado para que possam trabalhar os factos da realidade social.

ESTUDIOSO DA FACULDADE DE TEMPERE-FILANDIA

Prof. Petti Hermanos, refere que a objectividade é algo que se consegue automaticamente:
1ºQuando o Jornalista realmente tem a intensão de ser objectivo;
2ºQuando o jornalista assume uma atitude neutra neutra perante o facto em questão ou perante a sociedade em geral;
3ºQuando o Jornalista tem os conhecimentos profissionais necessarios.


ESTUDIOSO DA FACULDADE DE COMPLUTENSE-MADRID

Prof. Angelo Benito, a objectividade é um problema de honestidade do informador:
1ºÉ honesto quem usa todos os meios para se informar bem;
2ºQuem procura ouvir todos os lados;
3ºQuem não oculta nada do que percebeu;
4ºQuem não manipula ou adultera, as opiniões com as quais não esta de acordo.

terça-feira, 7 de setembro de 2010

"OUTRA MAKA MAIS"

Mas para muitos Ernesto Bartolomeu é apenas um vomitador das lixeiras planificadas pelos "Senhorios" e desta vez tentou olhar o crepusculo que a muito não luzia...
Os vomitos mais nojentos da lixeira da historia da TPA sairam da boca de Ernesto Bartolomeu.
Sinfo, casa militar e o palácio do MPLA recomendavam e fazim questão que os seus vomitos (noticias, comentarios, editorias e notas especiais) fossem postos publicamente apenas por Ernesto Bartolomeu,
enquanto isso, ele sentia-se orgulhoso e super dotado por ter a função de vomitador previlegiado do MPLA.
Por estas e outras razões, os jornalistas do estado (TPA, Angop, J.A, RNA, Angonoticias) não são vistos como informadores livres de consciencia. Não têm liberdade profisional.
Estes “jornalistas vomitadores” como são apelidados seguem uma linha de obidiencia e são categoricamente proibidos de expor os factos com uma visão critica, e favoravel a ala x ou y. Desta feita ferindo os principios do Código Deontologico do Jornalista angolano.

"Segundo opiniões o lema destes orgãos é SIM SENHOR".

"AS PALAVRAS MALDITAS" DE ERNESTO BARTOLOMEU

Ernesto Bartolomeu, pivot do principal noticiário da noite do canal 1 da Tpa, está a braços com um "processo disciplinar", por ter dito, publicamente, coisas que não agradaram, nem à direcção da estação televisiva pública, nem aos responsáveis do ministério da Comunicação Social.


As «palavras malditas» foram proferidas no decurso de uma conferência sobre jornalismo e eleições, realizada na última semana do mês de Abril (2009) pelo Cefojor (Centro de Formação de Jornalistas) em Luanda. Ernesto Bartolomeu, ao dirigir uma questão ao prelector, o jornalista luso-americano da Sic, Luís Costa Ribas, descreveu que "é prática editorial na casa a informação não ser feita pelos factos, mas sim pelos editores".

Segundo ele, "as peças editadas com a informação recolhida pelos repórteres são muitas vezes postas de parte a favor de uma determinada linha de orientação simpática ao comité de especialidade".

Na tpa, de acordo com Ernesto Bartolomeu, podem registar-se casos de pressão, até por via telefónica, em cima do noticiário, para se favorecer o partido no poder em termos de exposição e reservar às outras formações políticas o menor espaço de tempo possível.

O pivot do telejornal da tpa perguntava como lidar com esta situação e como conciliar isto com a prática do bom jornalismo em pleno período de eleições.Este pronunciamento originou a instauração do processo disciplinar, porquanto, segundo fez circular a direcção da tpa para conhecimento dos trabalhadores, Ernesto Bartolomeu revelou assuntos sujeitos ao sigilo profissional que vigora na televisão pública.

Por outro lado, e sobre o tempo que a tpa dedica à cada partido nos seus noticiários e programação, a direcção da televisão pública alega que segue a regra da proporcionalidade, com base na representatividade de cada partido na Assembleia Nacional. Ou seja, estando o Mpla em maioria no parlamento, é a esse partido que a tpa dedica maior espaço. A Unita estaria imediatamente a seguir e depois o Prs.

A coordenar o processo disciplinar a que Ernesto Bartolomeu é sujeito, está o jornalista Isidro Sanhanga, subdirector para a informação, segundo uma nota afixada no mural informativo da televisão pública.

Tudo indica que, quando tomou a palavra no Cefojor, Ernesto Bartolomeu sabia que iria «partir a loiça», tanto que no fim da sua intervenção, disse-se pronto para ser entregue às feras. «Podem queixar, eu sei que vão queixar». Foi o que aconteceu. Passados menos de dez minutos, já Ernesto Bartolomeu estava a receber uma chamada «lá de cima» a perguntar se «tinha perdido» a cabeça.

Em resposta às interrogações do noticiarista da tpa, Luís Costa Ribas aconselhou-o a abandonar o emprego, se colocado diante do cenário em que a censura impede o exercício de um jornalismo livre e plural. Outras hipóteses apresentadas pelo luso-americano foram a resignação ou o alinhamento com a tentativa de mudar as coisas por dentro.

Ernesto Bartolomeu, contactado por certos orgãos de Comunicação, negou-se a confirmar a sua suspensão, remetendo-os para o Gabinete Jurídico da tpa.Apesar de as práticas descritas por Ernesto Bartolomeu serem de conhecimento quase generalizado, esta foi a primeira vez em que um jornalista de um órgão público de comunicação social veio expor a realidade fora do restrito «círculo de amigos».

domingo, 5 de setembro de 2010

O INDIVIDUO NA INDUSTRIA CULTURAL

 O individuo na industria cultural criada pela media segundo ORKINE E ADORNO, age do seguinte modo:
1º Deixa de decidir autonomamente;
2º É Acritico aos valores impostos;
3º É Manipulado e deleita-se ao Consumismo;
4º Impotente e Conformado;
5º Individualista e sem Criação imaginativa Peculiar.

INDUSTRIA CULTURAL

Industria Cultural este termo foi utilizado pela primeira vez por, ORKINE e por ADORNO, na sua obra "A Dialectica do Iluminismo", nessa obra ele analizam os meios de comunicação como meios de padronização, estandartização e organização dos da vivencia dos individous sua forma de pensar, falar, e dispresar...